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Um pouco de reconhecimento não dói.

Todos falam na Rebelião de Alcaçuz, mas de fato ela aconteceu no Pavilhão 5 que é outra unidade penitenciária anexa à Alcaçuz, seu nome é Rogério Coutinho Madruga, que possui entrada diferente, administradores e agentes penitenciários específicos para ela. Detalhe, não existe um muro sequer separando aquela penitenciária da de Alcaçuz.

Ao tomarem o controle daquela unidade, os homens do PCC partiram para a tomada dos pavilhões próximos e, subsequentemente, atacar seus rivais pertencentes ao Sindicato do RN.

Diversos agentes penitenciários que estavam de folga, ao saberem do ocorrido, se deslocaram para Alcaçuz para ajudar seus colegas.
Os agentes penitenciários são subordinados à SEJUC fazem, com os meios que o Estado fornece à eles, um verdadeiro milagre diante da superlotação que não acontece por vontade deles. Já a segurança do entorno das duas penitenciárias localizadas em Alcaçuz, é feita pela Polícia Militar, que também opera milagres trabalhando em guaritas sem condições mínimas e sob o comando de outra secretaria, a SESED.

Com a devida vênia à SESED, quem conhece e entende os meandros do trabalho de lidar com a população carcerária é a SEJUC, portanto esta deveria ter protagonizado e organizado as operações com o apoio da SESED.

Agora tentam culpar a SEJUC por todos os equívocos ocorridos nas operações de retomada e controle das penitenciárias, que embora tenham sido tratadas no GGI - Gabinete de Gestão Integrada, a palavra final ficou com a SESED.

Passados os dias prolongados da rebelião, com o "controle" aparentemente restabelecido, é a SEJUC e os agentes penitenciários, sob a coordenação dos diretores, que estão cuidando para limpar e restaurar aquele patrimônio público que foi esquecido pelos governos.

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