É no cotidiano que o amor se demonstra e se prova, quando prometemos e cumprimos, quando nas pequenas falhas dos relacionamentos buscamos a mudança que manterá viva a chama do amor. O diálogo construtivo somente surge quando primeiro admitimos nossos erros e entendemos intimamente nossas motivações. Nunca comecemos um argumento pela imposição, mesmo que subjetiva, de nossas convicções e vontades, pois nessa atitude se oculta o perigo de machucarmos e de ferirmos a quem amamos. Repetir sucessivas vezes nossos erros, mesmo que pequenos, mas já ditos reconhecidos, é uma demonstração de quando os admitimos anteriormente não foi de forma integral, e os resquícios do orgulho interior ou da intransigência íntima, retornarão na próxima oportunidade. Refugiar-nos na auto vitimização é um dos sintomas mais comuns de que não aceitamos nossos erros, e se não os admitimos, dificultamos nossa evolução como seres humanos. Estamos no mundo para evoluir, façamos de nossos erros, admitindo-os com resignação, uma sólida escada na nossa evolução.
Vincit omnia veritas.







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