RVWF2WEFWVCWE
RSS
Mostrando postagens com marcador Segurança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Segurança. Mostrar todas as postagens

Guarda Municipal de Areia Branca reduz 100% dos arrombamentos em prédios públicos

A Gerência de Segurança de Areia Branca divulgou o resultado de uma avaliação realizada nestes 9 meses de gestão da prefeita Iraneide Rebouças, referente a atuação da Guarda Municipal. O levantamento mostra a redução de 100% nos índices de arrombamentos em prédios públicos e repartições do município.

De acordo com o gerente Roberto Teixeira os casos de arrombamento e depredação do patrimônio aconteciam com frequência, seja por ação de marginais ou de vândalos. A redução desse tipo de crime no município deve-se ao serviço de vigilância da Guarda Municipal e também ao trabalho da Ronda Ostensiva Municipal – ROMU que vem intensificando a segurança, principalmente nos locais mais críticos.

Atualmente, o efetivo da Guarda Municipal de Areia Branca é composto por 136 homens no revezamento da proteção aos prédios da administração municipal e a ROMU que atua 24 horas, dando apoio na guarnição. Outro importante trabalho implantado este ano pela Gerência de Segurança foi a fiscalização e conscientização do uso das faixas de pedestres em frente das escolas, também realizado por guardas municipais. A ação além de prevenir acidentes, promove educação no trânsito.

"Estamos protegendo nosso bem maior, nossos filhos, nossos alunos, nossas crianças, beneficiando toda a população. A presença da Guarda Municipal nas escolas incentiva o respeito às leis do trânsito, sem contar que dificulta a ação de aliciamento dos traficantes em volta das unidades escolares", enfatizou Roberto. 

Fonte: Assecom-PMAB

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Em breve Areia Branca contará com câmaras de vídeo monitoramento

Ainda em tempo de registrar a recepção do nosso gerente de Segurança, Roberto Teixeira aos técnicos do CIOSP que estiveram em Areia Branca realizando a verificação dos pontos estratégicos para a instalação de câmeras de monitoramento de vídeo. O cabo Medeiros e Eduardo Freitas estão responsáveis pela elaboração do projeto.

Fonte: Assecom-PMAB

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Prefeita Iraneide é recebida pela cúpula da Segurança Pública do RN

Os resultados dos assuntos tratados em audiência, onde a secretária estadual de Segurança Pública, Sheila Freitas recebeu a prefeita Iraneide Rebouças e o tenente Abrantes, comandante da Cia da PM de Areia Branca, já começam a aparecer. Técnicos do CIOSP estiveram ontem (18) na cidade para realizar a verificação dos pontos estratégicos para a instalação de câmeras de monitoramento de vídeo. O cabo Medeiros e Eduardo Freitas foram recebidos pelo gerente municipal de Segurança, Roberto Teixeira, os dois policiais estão responsáveis pela elaboração do projeto. O videomonitoramento foi um dos assuntos tratados por Iraneide durante a audiência.
“Esse projeto é importantíssimo para cidade de Areia Branca, necessitada de instrumentos que auxiliem na diminuição da criminalidade, e esse sistema vai permitir monitorar nossas vias e espaços públicos. O município é parceiro do Governo do Estado, das forças de segurança, nessa missão difícil de combater e prevenir a ação de bandidos”, enfatizou a prefeita.
Na audiência, Iraneide solicitou ainda o reforço da Polícia Militar para garantir a segurança durante a realização da tradicional Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, que acontece de 5 a 15 de agosto, e reúne milhares de fiéis de toda a região. “É importante que a gente tenha segurança não só para o areia-branquense, mas também para os nossos visitantes. Então, a secretária garantiu esse reforço, principalmente nos dois finais de semana que compreendem os festejos, aumentando o efetivo para 20 homens”, acrescentou Iraneide.

Outro compromisso assumido pela secretária Sheila Freitas foi de enviar para Areia Branca um veículo 4x4, assim que a licitação para aquisição de viaturas for concluída. Iraneide e o tenente Abrantes ainda se reuniram com o coronel Arcanjo, comandante do Policiamento do Interior e o secretário adjunto de Segurança Pública, coronel Osmar, onde na ocasião, a prefeita assinou um termo de cooperação entre o município e as Polícias Civil e Militar.





Fonte: Assecom-PMAB

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

OBVIO-UFERSA recebe menção honrosa da Assembleia Legislativa do RN

O OBVIO - Observatório da Violência do RN, grupo de pesquisa da UFERSA (UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÀRIDO) e outras instituições integradas, obteve da Assembleia Legislativa do RN, por iniciativa do Deputado Fernando Mineiro (PT) uma "Menção Honrosa". A mesma é voltada para homenagear o trabalho do instituto em torno "Boletim Mensal do OBVIO" e da sua relevância para a divulgação dos dados da violência homicida no RN. 

Segundo os coordenadores do OBVIO, Prof. Dr. Thadeu de Sousa Brandão (CCSAH/PPGCTI/UFERSA e o Prof. Esp. Ivenio Hermes: "O reconhecimento da ALERN é um orgulho para toda a equipe do OBVIO, que representamos. Nosso trabalho duro, contínuo e persistente sempre sofreu críticas e detrações. O fato de a instância máxima da representação popular no RN explanar esse reconhecimento, muito nos honra. Estamos à serviço da sociedade potiguar e continuaremos nosso trabalho".

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Equipe da guarda municipal captura homem que vinha fazendo furtos em Areia Branca



Nesta quarta-feira (24) a equipe da guarda municipal, na cidade de Areia Branca, fez a prisão do meliante Francisco Erivaldo da Cunha, mais conhecido como "Pirreta de Salete", que estava fazendo pequenos furtos no patrimônio da cidade. O homem, que foi pego em flagrante, já havia sido visto por algumas testemunhas fazendo roubo de lâmpadas do calçadão, que é usado pela população para caminhadas. Após denúncias, na tarde de hoje, Franscisco foi detido e levado para a delegacia de polícia da cidade, para que fosse feita toda a parte legal possível.

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Comandante da Polícia Militar de Areia Branca quer parcerias com a população para intensificar ações em prol do cidadão

Tenente Thiago Abrantes de Aragão Mendes em entrevista


O Tenente do 2º Companhia do 12° Batalhão da Polícia Militar, Tenente Thiago Abrantes de Aragão Mendes, concedeu uma entrevista EXCLUSIVA ao Site Novo Portal para falar sobre as ações que a PM fará para amenizar a criminalidade de nosso município.

O Tenente afirmou que avaliar a segurança pública de qualquer município é algo complexo pois, quando se pensa em segurança pública, deve-se lembrar que para que ela aconteça de forma satisfatória é necessário que todos os órgãos públicos e a comunidade trabalhem de modo interligado, implementando ações que melhorem a segurança do cidadão. No que tange a responsabilidade da Polícia Militar, o trabalho está sendo feito, pode-se perceber pelos números de atuações no município e a diminuição de vários delitos. O grande problema que gera um aumento no índice criminal é o tráfico de drogas, e nunca é demais lembrar que o tráfico se sustenta por conta dos usuários, esses nem sempre avaliam que financiam o maior problema criminal no Brasil.
Para melhorar a qualidade da segurança pública em Areia Branca, além das ações rotineiras que são aquelas implementadas no dia a dia, como abordagens, operações e as rondas diuturnas, a polícia precisa levantar as questões comunitárias, se aproximando mais do cidadão de bem, através de palestras em escolas da cidade, por exemplo, as quais têm sido de grande valia para alcançar um público muito importante para o futuro do país, as crianças e adolescentes. Estes alunos têm conhecido a realidade daqueles que se envolvem no mundo do tráfico e, de tal forma, são prevenidos para não se deixarem influenciar.
O tenente finalizou dizendo: “Eu, juntamente com os homens que estão sob meu comando, realizaremos o melhor para a cidade, cumprindo com a nossa missão: que é promover a segurança. Que a população fique tranquila, pois combatemos essa onde de assaltos. Faremos o possível para inibir qualquer ação dos bandidos”.
"Em parceria com a Prefeita Iraneide Rebouças, pretendemos solicitar mais efetivos, bem como a criação de dois projetos de atuação militar que fortalecerá ainda mais a segurança que a população quer", disse o Tenente. A atuação da população também é uma questão crucial para se ter uma cidade cada vez mais segura, o cidadão precisa entender que não pode deixar que a criminalidade domine aquilo que lhe é garantido, a liberdade. Isto deve ser feito a partir de denúncias direcionadas aos órgãos policiais. As novas ações serão bem aceitas pela população, que gerará várias prisões e resolução de ocorrências a partir das denúncias. A polícia Militar pode ser acionada através do número 190.



Estatística mensal 2017 de Areia Branca
Fotos: Genilson Fernandes
Fonte: Redação novo portal

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Semana Santa teve 28 homicídios, aponta OBVIO/RN

O OBVIO - Observatório da Violência Letal Intencional do RN, apresenta uma nova atualização de CVLIs, no período compreendido entre 1 de janeiro a 16 de abril de 2017 comparado ao mesmo período dos anos de 2015 e 2016.

O RN contabiliza mais um fim de semana violento. No cômputo geral, até o fim da noite de ontem (16/04/2017) foram 726 CVLIs no RN. Os dados apontam para um aumento de 32,24% em relação a 2016. Os dados absolutos demonstram 177 mortes violentas a mais que no ano passado no mesmo período. Em 2016, até o mesmo período, foram 549 CVLIs, contra 493 em 2015.

No comparativo em relação às Semanas Santas dos anos anteriores, a de 2017 é ligeiramente menor que a de 2016, com queda de -3,14% (um CVLI a menos, que por sinal, não pôde ser confirmado por este Observatório). Na variação geral, a Quinta-feira foi a mais violenta do período comparado, enquanto a Sexta-feira foi a menos violenta. 


Nos locais onde ocorreram os CVLIS neste último final de semana, tivemos: 15 em vias públicas (53,57%); 6 em hospitais e prontos socorros (21,43%); 2 dentro de residências e também 2 em terrenos baldios (7,14% cada). Tiveram uma ocorrência cada: dentro de veículos; bares e festas; e praias e orla (3,57% cada um).



A dinâmica da violência elenca fatores que têm levado a concentração de CVLI no Leste Potiguar já foram amplamente divulgados por este Observatório em diversos relatórios, que desta feita foi responsável por 53,57% dos homicídios do final de semana (15 do total), seguida pelo Oeste Potiguar com 9 ocorrências (32,14% do total). A região Agreste Potiguar e a região Central Potiguar tiveram 2 CVLI cada (7,14% cada uma).

Natal liderou a violência homicida nesse final de semana, seguindo no topo com 8 CVLIs (28,57%), seguido de Assu, Ceará-Mirim, Macaíba, Areia Branca e Mossoró com 2 cada uma (7,14% cada).  Municípios que registraram 1 CVLI (3,57% cada um) cada foram: Extremoz, Jardim de Piranhas, Lucrécia, Maxaranguape, Pau dos Ferros, Pedro Avelino, Porto do Mangue, São Gonçalo do Amarante, Lagoa D'Anta e São Paulo do Potengi.



Houve praticamente a mesma incidência em quase todos dos dias. Os dias mais violentos foram, respectivamente, Sábado com 8 ocorrências (28,57%), seguido da Quinta-Feira e Domingo, com 7 ocorrências cada (25% do total cada). A Sexta-feira teve 6 CVLIs (21,43%).


Quanto aos instrumentos letais utilizados para a execução dos CVLIs, o uso de arma de fogo mantêm a predominância com 85,71% dos casos (24 do total), Também houveram 03 mortes violentas com uso de arma branca (10,71% do total) e um CVLI através do uso de objeto contundente (3,57%).


Quanto aos horários em que ocorreram os CVLIs neste FDS, o horário da noite foi novamente o de maior ocorrências, com 14 CVLIs (50% do total), seguido da madrugada com 6 CVLIs (21,43%). A tarde e a manhã tiveram 4 CVLIs em cada horário (14,29% cada).



Reiteramos que o OBVIO Utiliza a sigla CVLI para as Condutas Violentas Letais Intencionais que reúnem todo espectro da ação humana que visa a atingir fisicamente a outro, produzindo morte como resultado final imediato ou posterior em decorrência da natureza do ferimento causado, em virtude de ação e/ou omissão. O conceito que adotam se adapta à legislação sem prejulgar ninguém, muito menos causar prejuízo na aferição dos números da violência letal intencional, sendo incluídos todos os crimes e condutas análogas que tenham sido cometidas sob esse entendimento. 

OBSERVATÓRIO DA VIOLÊNCIA LETAL INTENCIONAL DO RN




  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

OBVIO Especial 03: Mortes Matadas de Mulheres no RN

Mais uma edição especial do Boletim OBVIO será publicada nesta sexta-feira apresentando o estudo sobre Morte Matadas de Mulheres no RN. Além disso, o boletim trará textos exclusivos escritos por mulheres do Rio Grande do Norte abordando sugestões de boas práticas na defesa da mulheres, prosa poética, aspectos sociais e jurídicos da violência contra as mulheres. Um trabalho para nutrir conhecimentos geradores de soluções em segurança pública.

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

65 policiais e agentes de segurança do RN morreram de 2012 até hoje, aponta OBVIO

O OBVIO - Observatório da Violência Letal Intencional do RN, apresenta um relatório parcial de CVLIs, no período compreendido entre 1 de janeiro a 19 de março de 2017 comparado ao mesmo período dos anos de 2015 e 2016, no que se referem aos agentes de segurança pública (policiais e afins) vitimados no Rio Grande do Norte.


O RN contabiliza, no período de 2012 até este início de 2017, o total de 65 agentes de segurança pública mortos violentamente. 49% do total, 32 vítimas, estavam fora de serviço e foram mortos ao reagirem a alguma ação de violência, estando, porém, enquanto cidadãos. 43% deles, 28 no total, foram vitimados fora de serviço devido à função (estavam executando função de segurança ou similar, mas não oficialmente como agente legal). Apenas 8% do total, 5 das vítimas, estavam em serviço enquanto operadores de segurança pública.
Obviamente, no que tange aos que estavam fora de serviço, ou mesmo aos que reagiram enquanto estavam "à paisana", estes podem ter sido vitimados (as investigações no total prosseguem e algumas apontam também para esta causa) por "serem policiais" ou "agentes de segurança pública", o que indiretamente se liga às suas profissões e aos riscos delas decorrentes.
Ao mesmo tempo, importa mostrar que, em serviço, o agente é extremamente menos vitimado e, consideravelmente, mais protegido.


O período de maior mortandade varia conforme o tipo de execução/vitimização. Por exemplo, o ano de 2012 houveram a maioria das mortes de agentes em serviço (3), assim como o maior número de mortes de agentes fora de serviço devido á função (13). Depois disso, 2013 aparece com 7 vítimas deste último tipo, caindo mais ainda até 2017, que num período curo, passou a ter 5 CVLIs de agentes de segurança.
Quando se trata das vítimas que estavam fora de serviço e reagiram aos eventos (ou foram executados simplesmente), o ano mais cruento foi 2015 (com 9 CVLIs), com 2014 e 2016 com 6 cada, e ocorrendo dois, até o presente em 2017.


A principal vítima em termos de números absolutos são os PM's (Policiais Militares): representam 47 do total das vítimas. 72,3% do total, ou seja, quase dois terços de todos os agentes de segurança vitimizados no período supracitado. Seguidos pelos Policiais Civis que representam 8 do total no período (12,3%), depois pelos agentes prisionais, 5, guardas civis e de trânsito, também com 5 (7,7% cada).


Importa apontar que, durante este ano corrente de 2017, até o dia 19/03, 9 agentes já foram vitimados, com uma intercorrência cuja dinâmica ainda não tem como ser desvendada, mas que se liga não apenas aos riscos da atividade, mas também à atuação no combate à criminalidade, assim como a aspectos de sua desestruturação. O fato de parte significativa dos agentes estarem sendo vitimados em espaços fora do âmbito de seu labor e, consequentemente, muitas vezes em atividade "extra-remuneratória", aponta para a necessidade de se pensar a valorização profissional dessas categorias e, obviamente, sua própria segurança.


OBVIO - OBSERVATÓRIO DA VIOLÊNCIA LETAL INTENCIONAL DO RN

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

O EFEITO RICOCHETE - Ivenio Hermes

Quem se importa com nossos agentes de segurança
Por Ivenio Hermes
A violência que não se quer ver.

A violência vem se espalhando em números nunca antes vistos no Rio Grande do Norte e a sensação de insegurança é um dos efeitos mais fáceis de se observar, pois o clamor público recebe o eco midiático e demanda atitudes do executivo, que emparedado pela sua própria incapacidade, dá respostas imediatistas e cujo resultado amplia a insegurança vivida pelo cidadão potiguar e aqueles que escolheram morar ou passar suas férias no estado elefante.

Dentre as respostas imediatistas mais comuns está a imposição de cargas de trabalho excessiva aos agentes de segurança pública, que por sua vez se sentem responsáveis quando veem seus esforços não surtindo o efeito que gostariam.
Essa violência traduzida em números pode ser vista no quadro ao lado, onde temos os números da violência homicida dos primeiros 90 dias (três meses) de 2015 e 2016 e os primeiros 70 dias de 2017. Ainda faltando 20 dias para finalizar o mês de março e os números já quase atingiram (faltando apenas 6 CVLIs) o mesmo número de 2016 e ultrapassou em muito os números de 2015.
Uma face oculta da violência
Uma outra face dessa violência atinge os agentes de segurança, que cada vez mais sobrecarregados e com a criminalidade em maior vantagem, começam a sofrer como vítimas costumeiras de crimes em geral.
O quadro acima, por exemplo, apresenta o filtro dos assassinatos de agentes encarregados de aplicar a lei, enquanto nos 365 dias dos anos de 2015 e 2016 tivemos 10 e 9 respectivamente, em apenas 70 dias de 2017 já tivemos 7 casos, mostrando claramente uma tendência de elevação desses números.
A Polícia Militar, por ser a aquela que atende às demandas criminais com mais frequência, está sempre a um passo de ser confrontada pela criminalidade, tendo baixas em suas fileiras e tendo que causar mortes em confrontos por estar, quase sempre e rotineiramente, em notória desvantagem numérica, de armamento, de capacitação continuada, de desgaste físico e mental, e de acompanhamento médico-psicológico.
Os dados dizem que 1 (um) policial militar morreu fora de serviço, sendo em decorrência da atividade policial em 2015; também no mesmo ano houve mais 5 policiais assassinados em latrocínios e 1 (um) policial militar da reserva (aposentado) também assassinado. Em 2016, 1 (um) policial militar morreu em serviço, 3 fora de serviço e 2 aposentados; nos dias iniciais de 2017, 4 policiais militares morreram fora de serviço, mas em decorrência da atividade policial, e mais 2 aposentados foram assassinados.
Um efeito reverso
O que poucas autoridades do executivo conseguem perceber é o efeito ricochete dessa violência praticada contra os policiais. Se por um lado aumenta o número de policiais vítimas da violência homicida, em outras faces, aumenta o empoderamento dos criminosos que se tornam mais audazes, atacam bases de polícia, delegacias e outros prédios sob a tutela protetiva direta ou indireta do estado. Temos inúmeros casos nesse viés. As bases comunitárias da Polícia Militar em Mossoró, Delegacias de Polícia em Natal, Região Metropolitana e restante do Estado, mais bases de polícia em Nova Descoberta, Natal, viaturas, além de crimes (até de homicídios) acontecerem nas proximidades de instalações de polícia por todo o estado.
A ausência do protagonismo do poder executivo na segurança pública torna as forças policiais cada vez mais combalidas e inexpressivas, não importa quão numerosas sejam as ações policiais. A profissão policial imerge num diapasão que a torna mais perigosa que já é por sua natureza. O efeito ricochete faz com que o policial fique suscetível até a crimes de roubo, cujo objetivo do criminoso é se apoderar de armas, proteção balística e outros equipamentos que um policial pode carregar no trânsito de ida e vinda de seu trabalho.
A vitimização policial, não querendo de nenhuma forma exceder no argumento, causada pelo próprio estado ao submetê-lo a escalas exaustivas, possui um ricochete que muitos gestores teimam em não admitir: quanto mais suscetível e exausto está o policial, mais aumenta a letalidade que pode causar.
No quadro acima, por exemplo, extraímos que durante os anos de 2015 e 2016 houve 76 e 75 ações típicas de estado respectivamente. Em 2017, nesses 70 dias já decorridos, já aconteceram 17 casos, números que mostram novamente tendência de elevação.
Parecendo estar alheia ou indiferente a esses números, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, ainda não conseguiu reverter minimamente as más condições de trabalho dos policiais. O mapeamento criminal do Estado parece achar irrelevante esses números, e cada dia que passa mais casos se somam aos já ocorridos.
Ausências, faltas e perda de protagonismo
Havendo uma análise prognóstica e situacional adequada, haveria como consequência um certo planejamento estratégico que faria o estado protagonizar soluções junto com o judiciário e legislativo, ainda no começo de 2015, para corrigir o erro administrativo que impediu que os 824 aptos para polícia militar ingressassem e reforçassem a segurança pública, e além dessa solução, o lançamento de concurso público para as polícias. Não havendo antecipação aos problemas, ano a ano, as polícias vêm sendo sucateadas e ficando em condições cada vez piores de desenvolver suas atividades.
O mapeamento prognóstico não parece gerar ferramentas que deem suporte a construção de mapas térmicos, ou se esses mapas são feitos, parecem existir apenas para informar onde os crimes acontecem, mas não para preveni-los.
Da forma como os números da violência e da criminalidade vem sendo usados, não é possível se ter um serviço de qualidade na segurança pública. Para reduzir os números da letalidade policial, da vitimização dos agentes de segurança pública, para recriar um sentimento de confiança e credibilidade nas instituições de segurança, não adianta fazer propaganda, é preciso investir e reconhecer o policial como detentor de direitos, e dar a eles o suporte para que cumpram seus deveres.
O mapeamento da violência e da criminalidade não deve e é até impróprio ficar restrito à construção de informações estatísticas, cuja finalidade é criar gráficos, reunir pessoas em torno de dados e gerar agenda positiva para o estado, ela deve propulsionar ações, identificar índices fora da curva, dados divergentes e até estudar para entender como se processam os motores da violência no Rio Grande do Norte.
O alto preço pago pela perda do protagonismo da segurança pública, se mostra em eventos como a tragédia de Alcaçuz. Imaginem quantas pessoas sofrem ou já sofreram pela insegurança gerada pelas centenas de fugitivos do sistema carcerário potiguar…
Enquanto isso não for feito, continuaremos nadando nesse Rio Grande de Morte em que as terras de Poti se transformaram em 2016, um rio que continua correndo livre em 2017…

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

70 DIAS DE VIOLÊNCIA NO RN – UM PERÍODO DE CHACINAS - Ivenio Hermes

Apenas 70 dias e o RN apresenta um dos maiores circos de horrores da história do estado.
1. Em janeiro a barbárie de Alcaçuz deu notoriedade internacional ao estado elefante, foram 26 assassinatos e o sistema de segurança pública travado pela falta de planejamento e baseado numa reatividade muito demorada propiciou o empoderamento do crime organizado e quase destruiu uma penitenciária.
O poder executivo perdeu o protagonismo da segurança pública em episódios de falhas, divergências entre secretários, informações desencontradas espalhadas pela mídia.
Logo após essa chacina ocorreram vários duplos e um triplo homicídio na Região Metropolitana de Natal.
2. Em fevereiro, após o assassinato de um policial (sem querer trazer qualquer ligação ao caso), uma nova chacina, desta vez no município de Ceará Mirim, onde pessoas foram assassinadas dentro de suas casas ou arrancados de dentro delas num espetáculo de trevas.
Alguns dias depois, o período de carnaval foi o mais violento da década, com 44 pessoas assassinadas e duas outras feridas mortalmente vindo a falecer nos dias seguintes.
3. Março inicia sendo palco de mais homicídios, duplos homicídios e, num episódio mais recente, nesta madrugada do dia 12, uma nova chacina tem lugar em uma festa em Mossoró.
Assim, de homicídios, de duplos homicídios, de triplos homicídios e chacinas, o RN vai sendo apresentado à mídia nacional, e até internacional, afugentando turistas, afastando investidores, gerando desemprego…
A violência acaba, desta forma, sendo retroalimentada pelo próprio executivo estadual. Ela bate às portas das casas para mostrar que ninguém está a salvo na locomotiva da morte em que as terras de Poti se tornaram.
Parece não existir maquinista, nem operador de vagões, nem controlador de curso e velocidade, apenas passageiros apavorados olhando pelas janelas sem crer no que está acontecendo.

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

NOTA

Gerência de segurança do município escolta jovens vindos das aulas em Mossoró
Em busca de diminuir a onda de criminalidade que tem assolado o estado, não deixando nossa bela cidade de fora , a gerência de segurança de Areia Branca, por meio da disponibilização de viaturas, garante segurança aos jovens universitários, nesta ultima sexta-feira, visando o bem estar do mesmos. Além disso, o gerente, Roberto Texeira, garante: "sempre que preciso, contem conosco. Nosso trabalho visa o bem estar da população no geral".

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Lealdade e Gratidão


Rochas basilares de fundação Sobre as quais se estabelece Pilares de grande amizade Sustentáculos inabaláveis da edificação. Estrutura exímia erguida em riste Que se apóia firme na lealdade Elemento assim tão necessário Que sem ele nenhuma amizade existe. Quem tem, destarte, um irmão No coração mantém um lugar De convívio em sábia mutualidade Valor que se paga com eterna gratidão. Ao mestre Marcos Dionisio Medeiros Caldas

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Nota de Pesar do OBVIO RN sobre o falecimento de Marcos Dionisio Medeiros Caldas.



É com profundo pesar que nos enlutamos pelo o falecimento de Marcos Dionisio Medeiros Caldas, Presidente de Honra do OBVIO - Observatório da Violência Letal Intencional do Rio Grande do Norte, que ocorreu na madrugada desse dia 11 de fevereiro de 2017. Marcos Dionísio, o mestre, contribuiu enormemente na busca pela paz e igualdade social, e dentre os seus inúmeros feitos na trajetória de sua vida, está a cocriação da Metodologia Metadados e do OBVIO. Com ele escrevemos 4 livros, inclusive o que esclarece a necessidade da criação e uso da Metodologia Metadados para mapear com transparência a violência homicida no RN. Mosquito, seu apelido mais famoso, foi um irmão e pai para muitos, por isso fica a sensação de estarmos todos ficando órfãos. E justamente quando mais é precisamos de guerreiros para lutar pelo direito de todos, perdemos nosso maior comandante. A lacuna que você deixa, querido mestre, jamais terá alguém do seu nível para preenchê-la, mas como seus discípulos, nos esforçaremos para carregar o estandarte do seu legado. O mestre sábio quando parte, deixa inúmeros discípulos. 

Ivenio Dieb Hermes OBVIO - Observatório da Violência Letal Intencional do Rio Grande do Norte.

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Onde está nossa Bogotá?

A respeito do sistema prisional, tenho me perguntado quantos candidatos a governador já utilizaram em suas plataformas de campanha, a promessa de que investiriam em construção de penitenciárias modelo, onde fosse promovida a reabilitação, a instalação de oficinas de trabalho ou com qualquer composição de esforços no sentido de se preocupar com o retorno do infrator da lei quando sua pena terminasse.

Toda ação policial prolongada precisa de ferramentas de controle para renovar quando sua eficácia estiver deixando de ser satisfatória, o policiamento de proximidade enfraquecerá sem o suporte de outras áreas. Qualquer evidência ensejada com a atuação da polícia ostensiva precisa da polícia investigativa em consonância, e evidentemente que, outros aspectos precisam estar se configurando nos bastidores através da integração entre os órgãos componentes da pasta da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social com outras, como a Secretaria de Justiça, a de Mulheres, A de Esportes, e outras, afinal, a sensação de segurança é obtida eficazmente por meio de diversas políticas públicas que se ajustam e se engrenam na promoção do crescimento social como um todo… Artigo: A Primeira Onda, Ivenio Hermes, Portal Luis Nassif, 10 de Janeiro de 2015

Conhecer segurança pública é um aprendizado contínuo de estudos multidisciplinares de como se processa a dinâmica da criminalidade e da violência, reconhecendo que o velho modelo populista de "polícia nas ruas", não será suficiente quando não vem acompanhado de um plano de segurança pública, com estratégias de execução, integração de outras secretarias com o propósito de cuidar dos aspectos sociais, educacionais, culturais, todos convergindo para recuperar as raízes de nossa sociedade corrompida pela inversão de valores morais cujo exemplo vem dos próprios políticos corruptos.

Sem um sistema de metas a serem alcançadas, métodos de aferição claros e transparentes para a sociedade, acesso límpido a informações que não possua natureza sigilosa, o estabelecimento de recompensas pelos esforços dos agentes encarregados de aplicar a lei, não se consegue obter nem manter resultados positivos.




No Rio Grande do Norte, no início da administração atual, a preocupação era com critérios técnicos e modelos cientificamente testados, houve uma ênfase de reerguer a segurança desde seus pilares, usando a capacitação continuada, os mapeamentos prognósticos e a devida credibilidade aos atores técnicos do processo, e no final de 2015, houve uma redução histórica na criminalidade homicida no estado.

Ainda em 2015, se sabia que as políticas "Ronda Cidadã" e "Áreas Integradas de Segurança Pública" possuíam fragilidades em sua concepção que não podiam ser reforçadas devido à imposição dos idealizadores e de vaidades institucionais.

Um modelo de relatório integrado de ações, a ser preenchido pelo comandante da área e pelo delegado, não passou de uma peça formal esquecida cujo gestor da secretaria de segurança não conseguia fazer com que fosse preenchido, portanto, a mensuração de sucesso ou insucesso, se tornou muito dificultosa.

A segurança pública parou de atender a demanda dos técnicos, e alguns gestores não quiseram aprender novos métodos de análises criminais, se limitando aos antiquados gráficos sem qualquer análise contextual das macrocausas que estavam levando aquelas estatísticas a se apresentarem daquela forma. Era o insucesso do modelo técnico científico sendo gestado dentro de uma secretaria que pretendia mudar a realidade do RN.

Talvez percebendo as limitações das políticas adotadas, o Governo do Estado resolve visitar a Colômbia nos primeiros meses de 2016, o objetivo era conhecer os modelos exitosos que transformaram aquele país que fora um violento narcoestado em um país com alto padrão de qualidade de vida e segurança pública, que atrai turistas e investidores do mundo inteiro.

Durante as visitas, a equipe técnica formada, dentre outros, pelo secretário da SEJUC, que na época era Cristiano Feitosa, e o então secretário adjunto da SESED, atualmente o secretário Caio Bezerra, devem ter percebido que um Estado reativo não reduz a criminalidade, não estabelece meios de frear a violência, nem avança em resultados duradouros sem que o Estado protagonize ações agregadoras para resolver o problema da insegurança desde de seu nascedouro. A atmosfera de esperança de que se investiria também no sistema prisional se reascendeu, mas nenhum projeto nascido naquele país foi aparentemente implantado no Rio Grande do Norte. Leia as declarações do próprio governador:

Sobre os projetos que conheceu, o governador afirmou que: "Neste desafio de reduzir as taxas de criminalidade em Medellín pudemos conferir o quanto os investimentos em projetos sociais, infraestrutura, urbanismo, saúde e educação são fundamentais no processo de pacificação. Com essas visitas é possível constatar que o fortalecimento da segurança pública na Colômbia, além da relação policial, também passou pela cidadania”, declarou Robinson Faria, destacando que alguns projetos conhecidos, apesar de realidades diferentes, poderão servir de inspiração para a aplicação no Rio Grande do Norte. (Grifo acrescentado) Citação extraída do texto oficial “Sejuc visita presídio modelo em Bogotá e conhece projetos de ressocialização” link de segurança http://migre.me/vY5fK

Na época uma das quatro unidades prisionais de Bogotá fora visitada, já fazia quase um ano que Alcaçuz havia sido palco de uma rebelião que destruiu parte de suas instalações, mas nem mesmo o cuidado de reconstruir e retomar o controle da penitenciária foi feito. Como então adotar modelos colombianos, ressalvadas as devidas realidades, se nem um controle mínimo do Estado sobre a massa carcerária foi retomado?


Ainda assim houve uma renovação nos ânimos quanto ao planejamento estratégico em segurança pública, pois também aconteceram visitas ao Centro de Informação Estratégica de Polícia Seccional e ao Centro de Atendimento Imediato da Polícia, setores responsáveis por ações preventivas, vigilância e controle social, que se fundamentava em resultados positivos naquele país. Isso não foi tão perceptível aqui quando em 2016, as ações de segurança pública passaram a ser ainda mais reativas e com estratégias tão frágeis que durante a crise em decorrência da instalação dos bloqueadores de sinal de celulares nos presídios, não havia estratégias da Secretaria de Segurança Pública para conter as ações criminosas de grupos organizados e acabou-se por recorrer às Forças Armadas para protagonizar a segurança pública do Estado.

Os setores visitados são responsáveis pelas ações de prevenção, vigilância e o controle social em suas áreas de atuação. A programação em Bogotá, do secretário adjunto Caio Bezerra, ainda incluiu a visitação ao Centro de Informação Estratégica de Polícia Seccional e ao Centro de Atendimento Imediato da Polícia Colombiana, que é responsável pelo planejamento do policiamento comunitário organizado a partir das áreas de maiores incidências criminais. (Grifo acrescentado) Citação extraída do texto oficial “Adjunto da SESED conhece protocolos e planejamento da Polícia Colombiana.” Link de segurança http://migre.me/vY5e4

A reatividade e a ausência de integração entre as secretárias foi o que transpareceu dessa última crise em Alcaçuz, que como já argumentamos em outro texto, havia sido anunciada. Portanto, ao invés de evoluirmos a partir do aprendizado obtido na Colômbia, na amostragem dos resultados que formam o atual cenário potiguar, parece que demos vários passos para trás.

Setores estratégicos como os grupos de inteligência parecem não serem ouvidas ou não se comunicarem, e mesmo com esforço sobre humano de policiais civis, militares e agentes penitenciários honestos e envolvidos com sua missão, arriscando suas vidas em escalas absurdas e efetivos que não fazem frente minimamente às ações da criminalidade, parece que a integração não funciona e que conforme o tempo passa mais aumenta o descrédito da segurança pública. Fácil seria agora culpar o sistema prisional por tudo, mas é difícil buscar enxergar a falta de condições de trabalho desses homens e mulheres.

Uma propaganda da gestão dizer que investirá em presídios, nas condições de humanas de suas instalações, no respeito à possibilidade de resgatar aqueles infratores da lei que possuem a chance de serem reabilitados, parece não ser algo popular e nem conquistar votos nas eleições. É tratado como um investimento impopular para uma sociedade que vem sendo alimentada pelo ódio ao infrator da lei, pela concepção de que todos os apenados são iguais e nenhum tem condições de recuperação.

Também se trata de um estado que, a despeito do alerta de especialistas e profissionais técnicos da área, prefere aceitar o empirismo das sugestões de corredores e continua contribuindo para que essa antipatia popular se propague, pois joga todos no mesmo caldeirão, não recupera suas prisões, não permite a retomada do controle dos estabelecimentos prisionais, deixando aqueles que ainda teriam chance de retornarem à sociedade como cidadãos produtivos, serem dominados pela força da ameaça às suas famílias, consolidando a ausência estatal que ajuda a criar mais condições para que a criminalidade se robusteça no interior dos presídios e tenham cada vez mais influência no meio exterior.

É necessário refletir sobre as soluções que serão adotadas a partir de agora e fugir do empirismo dominante. Talvez seja até o momento de indagar onde estão as soluções que há quase um ano foram buscadas na Colômbia? Elas não parecem terem se materializado no Rio Grande do Norte, a não ser que sejam aquelas da Colômbia de 31 anos atrás, que era dominada pelo crime, onde ações criminosas eram ordenadas de dentro das prisões, quando a criminalidade imperava pelas forças das facções, e as Forças Armadas eram chamadas para protagonizar o papel das polícias e intervir, pois, o descontrole do estado era a fraqueza que fazia os criminosos se tornarem mais audaciosos a ponto de promoverem mortes dentro e fora dos presídios, atentados à órgãos públicos e incêndios em transportes públicos e veículos nas ruas...

Desse modelo a sociedade potiguar não precisa.

Por isso fica a pergunta: Onde está nossa Bogotá?

REFERÊNCIAS:
COSOY, Natalio. '28 horas de terror': tomada de 'STF da Colômbia' retratada em 'Narcos' faz 30 anos. 2015. Disponível em: < http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/11/151105_narcos_palacio_justica_nc_cc >. Publicado em: 6 nov. 2015.
HERMES, Ivenio. A Primeira Onda. 2015. Publicado originalmente no Portal Luis Nassif em: < http://bit.ly/1xOItMU >. Publicado em: 10 jan. 2015
RN. Ascom. Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Sejuc visita presídio modelo em Bogotá e conhece projetos de ressocialização. 2016. Disponível em: < http://migre.me/vY5fK >. Publicado em: 6 abr. 2016.
RN. Assecom. Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social. Adjunto da SESED conhece protocolos e planejamento da Polícia Colombiana. 2016. Disponível em: < http://migre.me/vY5e4 >. Publicado em: 3 mar. 2016.


  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS